Feminismo: mulheres insatisfeitas com seus privilégios inacabáveis




Precisamos nos atentar para um ponto bastante importante em relação a insatisfação das mulheres na sociedade. Após as conquistas tão sonhadas pelo movimento feminista do voto e da inserção feminina no mercado de trabalho, ainda havia sinais notórios de insatisfação em outras áreas na vida dessas mulheres.

A primeira insatisfação das mulheres após suas conquistas foi a de decidir se estariam na vida privada ou na vida pública, ou seja, se elas queriam estar em seus lares como sempre foi ou se queriam entrar em alguma empresa ou fábrica para trabalhar. Surgindo assim a necessidade de nos atentarmos à comparação com o viver fora do lar ou dentro dele. É bastante óbvio que o trabalho é um ofício árduo, mas esse infeliz sonho de entrar no mercado de trabalho mostra o quanto imaturo é a mentalidade feminista. Homens passam pelos maiores riscos de suas vidas apenas para voltar com metade de um benefício pelo serviço prestado, mulheres são parabenizadas e acalentadas após um trabalho de parto, existe aí uma desmedida um tanto oportunista por parte do movimento feminista em comparar os sofrimentos do homem com o da mulher e é aqui que começamos nossa reflexão.

Desde muito tempo os homens procuram proteger e manter as mulheres seguras porque viam que o mundo e a vida dura que ele proporciona não as manteria vivas e protegidas por muito tempo. Diferentemente do que as feministas propagam, elas não eram oprimidas por esses homens, mas privilegiadas e beneficiadas por esses mesmos. O que é de revoltar qualquer um, que justamente muitas dessas mulheres roguem indiscriminadamente por um bem-estar inalcançável, alimentando o ego e trazendo até uma mentalidade narcisista para a discussão pública.

A partir do momento em que as mulheres adentraram no mercado de trabalho, o mundo masculino virou de cabeça para baixo, onde nos últimos sessenta anos a taxa de homens economicamente ativos caíram 13%, onde muitos homens perderam espaço simplesmente pelo fato de se abrandarem o ambiente de trabalho, não necessitando tanto do esforço singular masculino. Com base nisso podemos notar sobre quem, realmente, a insatisfação deveria cair. Sobre os homens e não sobre as mulheres.

Surge então uma indagação. Em que parte o trabalho fora de casa é melhor que o trabalho dentro de casa para as mulheres? Para os mais ricos a liberdade de estar em casa é mais importante do que passar horas no escritório. Tendo em vista a comparação com os mais pobres, que se submetem a maiores tristezas, motivadas pela opressão e estresse dos muitos trabalhos pesados longe de suas casas e de suas famílias. As mulheres menos felizes e mais estressadas estão ativas no mercado de trabalho e as mulheres mais tranquilas e alegres são as tradicionais donas de casa. Em nosso país, Brasil, o número de assaltos e assassinatos em pontos de ônibus são um recorde a todo momento, podemos por aí, concluir, que é totalmente insatisfatório para qualquer dama submeter-se a essas situações enquanto poderiam estar em casa, protegida, com os filhos.

As feministas cotidianamente vendem que as mulheres devem viver insatisfeitas, buscando mais e mais direitos. Mas por que elas nunca parecem estar satisfeitas com todos os privilégios já garantidos?

Respondendo a esta pergunta, colocamos outro ponto em cheque, a necessidade de sempre haver pautas e direitos pelo qual lutar, pois caso contrário o feminismo não teria mais serventia.

Conclui-se que toda realidade está na cara à mostra a todas essas feministas, mas tudo sempre é e sempre será por mais privilégios que nunca serão suficientes o bastante para elas, insistindo assim continuamente em relembrar dia após dia que são importantes e incondicionalmente especiais. Trazendo com isso, a cultura do denuncismo, que gira em torno de problemas irreais fabricados pela ideologia, evidenciando uma mentalidade imatura e mimada, e um vitimismo incontrolável.

Mulheres mimadas sempre trarão problemas e reclamações, e o principal motivo de tudo isso é a falta de tradicionalismo, a falta de tradicionalismo traz falsas ideias de liberdade, e falsas ideias de liberdade tornam as mulheres inseguras e mulheres inseguras tornam-se mulheres inflamadas, e mulheres inflamadas tornam-se feministas.




Ronald Alves

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