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Mostrando postagens com o rótulo Romanismo

O sacrifício da missa e os sofismas de linguagem

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  A doutrina católica da missa é cheia de blasfêmias. Em primeiro lugar, porque atribui ao padre o poder de transubstanciar os elementos da ceia no corpo e sangue de Jesus, dizendo também estarem presentes sua alma (humana) e divindade. Ignoram os católicos as inúmeras passagens que mencionam que Cristo, em humanidade corpórea, está no céu em intercessão por nós. A vinda corpórea de Cristo só acontecerá na “parusia” aguardada pelos cristãos como um evento escatológico. Jesus disse que a ceia deveria ser celebrada em sua memória, sendo, portanto simbólica. Depois da ceia, ele continuou chamando o conteúdo do cálice de fruto da videira, indicando não ter havido qualquer mudança substancial. No catolicismo, o cálice não é distribuído aos fiéis, apesar de Jesus ter dito: “Bebei dele todos”. Os católicos adoram a hóstia “consagrada” como se fosse Cristo, praticando grave idolatria. Um dos pontos mais graves da doutrina da missa é a idéia de que nela o sacrifício de Cristo é repetido. E...

Maria e a erudição católica

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A Virgem em Prece por Sassoferrato , c. 1650 Nós, evangélicos, amamos Maria, mãe de Jesus, como nossa irmã em Cristo, mas não a consideramos como “Mãe da Igreja” nem a invocamos para solução dos nossos problemas ou para melhorar a nossa condição eterna diante de Deus. Nós achamos estranho que os católicos invoquem Maria (ou qualquer santo), pois praticamente todas religiões entendem que somente Deus é o destinatário das orações e do culto. Era ilógico até para os pagãos cultivar uma devoção religiosa para com alguém que não fosse divino em algum grau. Pensar diferente em um contexto monoteísta seria um retrocesso. Acredito que todos os evangélicos têm a curiosidade de saber até que ponto os eruditos católicos sabem da gravidade de seu erro. Para exemplificar um caso, eu gostaria de citar trechos de um livro católico publicado pela Editora Paulus. Para revelar a minha ausência de preconceitos, confesso que adquiri esse livro em uma livraria católica que da qual sou “freguês”. Trata-se d...

Pedro não foi papa

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Retrato do papa Clemente IX, 1669 por Carlo Maratta Quando Jesus perguntou aos seus discípulos QUEM eles diziam que ele era, Pedro, tomando a palavra, falou em nome de todos, dizendo: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16: 16). Nesse momento, nos evangelhos de Marcos e Lucas, a narrativa desse diálogo termina. Mateus, por sua vez, registra as palavras que Jesus disse a Pedro em seguida a isso. Os outros evangelistas não registram a narrativa subseqüente de Mateus porque ela não acrescenta novas informações teológicas, antes, tão somente confirma a confissão de Pedro. Mateus diz que Jesus felicitou Pedro pela confissão acertada que fizera, assegurando que ele falara por revelação do Pai (Mateus 16: 17). Depois disso, Jesus disse: “Pois também eu te digo que tu és Pedro e SOBRE ESTA PEDRA edificarei a minha igreja...” (Mateus 16: 18). O nome masculino “Pedro” vem de “petros” (grego), que significa “fragmento”, mas “pedra”, termo feminino, vem de “petra” (grego), que signif...

O culto às imagens e o catolicismo romano

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No velho Testamento, Deus ordenou a Moisés que fizesse querubins para estarem em cada extremidade da arca do concerto. Esses querubins identificariam o lugar onde a glória de Deus apareceria quando ele fosse se manifestar a Moisés ou ao sacerdote (Êxodo 25: 17-22). Também os querubins ficariam acima do propiciatório, indicando que aquele que faria propiciação pelos nossos pecados (I João 2: 2) se faria menor que os anjos pela encarnação (Hebreus 2: 9). Notemos que esses querubins eram insignificantes, pois o que se queria destacar era o propiciatório e a glória de Deus. A arca do concerto ficava no lugar mais oculto do templo, além do segundo véu, no Santo dos Santos (Hebreus 9: 3 – 5). Ninguém via a arca e, conseqüentemente, os QUERUBINS, senão o sumo sacerdote, quando entrava no Santo dos Santos uma vez ao ano (Hebreus 9: 6 e 7). Além disso, quando a glória de Deus se apresentava, inundava tudo, tornando impossível a contemplação dos querubins (Levítico 16: 2, Êxodo 29: 43). Uma obs...

O cânon do velho testamento e a igreja católica

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O cânon do Velho Testamento surgiu antes de Jesus e dos apóstolos. Esse cânon foi reconhecido pelos crentes judeus ainda no velho pacto. A igreja católica, portanto, não tinha autoridade para acrescentar alguns livros ao Velho Testamento judaico como terminou fazendo. Paulo diz: “Que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e os concertos, e a lei, e o culto, e as promessas” (Romanos 9: 4) “Qual é, logo, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em toda maneira, porque primeiramente, as palavras de Deus lhe foram confiadas.” (Romanos 3: 1-2). A igreja romana, atualmente, está dizendo que foram os judeus que, antes da vinda de Cristo, tiraram os sete livros (apócrifos) do cânon do Velho Testamento porque se opunham as suas doutrinas. Na verdade, essa explicação só expressa o ódio e um histórico de calúnias da igreja romana contra os judeus. Se os sete livros apócrifos foram tirados da Bíblia por judeus apóstatas, como isso não gerou uma comoç...

A igreja católica e a oração aos santos

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    A Bíblia nos ensina que Jesus é o único e todo-suficiente salvador (Atos 4: 12), o que significa que não há co-redentores ou co-redentoras. A Bíblia também ensina que só temos UM advogado PARA COM PAI, Jesus Cristo (I João 2: 1). Isso significa que Maria não “roga por nós, pecadores”. Apenas Jesus é apontado como intercedendo por nós JUNTO AO PAI (Romanos 8: 34; Hebreus 7: 25). É ele quem COMPARECE, POR NÓS, PERANTE A FACE DE DEUS (Hebreus 9: 24). Aqui, na terra, outras pessoas podem interceder por nós em oração, mas só Jesus intercede PERANTE A FACE DE DEUS, JUNTO AO PAI. Ele é o nosso único Sumo Sacerdote no CÉU (Hebreus 8: 1). A igreja na terra atua como corpo de Cristo, porque o corpo físico de Jesus está no céu. No céu, porém, a igreja descansa (não prega nem intercede), pois lá Jesus tem o seu próprio corpo, Ele VIVE SEMPRE para interceder por nós (Hebreus 7:25). Na terra, somos o corpo operacional de Cristo (intercedemos pelos outros, pregamos o evangelho etc.)....

Os sacramentos católicos e a salvação eterna

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Segundo os escritos católicos, os sacramentos são um conjunto de ritos instituídos por Cristo e confiados à Igreja, com a finalidade de aperfeiçoamento e santificação pessoal dos fiéis, atingindo todas as etapas e momentos da vida cristã. De acordo com o livro “Segundo Catecismo” (Editora Vozes, 1982, pg. 63), há sete sacramentos ao todo, que se dividem em três grupos: 1. Sacramentos de iniciação cristã: O Batismo, Comunhão (ou Eucaristia) e Confirmação (ou Crisma); 2. Sacramentos de cura: Penitência e Extrema-unção de enfermos;  3. Sacramentos do serviço: Ordem e Matrimônio. Além de necessários para o aperfeiçoamento e santificação pessoal, segundo a doutrina Católica, há sacramentos que são para a salvação da alma, como podemos ver abaixo: “O efeito principal dos sacramentos é a graça que Deus nos comunica por meio dos sacramentos” (Terceiro Catecismo, Editora Vozes, Pg. 100). “São necessários para a salvação, o Batismo e a Penitência." (Terceiro Catecismo, Editora Vozes, Pg 10...